31 de janeiro de 2014

Programa Inglês sem Fronteiras

Programa Inglês sem Fronteiras inicia inscrições

Agência Brasil
  • Reprodução
    Inscrições começam às 12h desta sexta-feira
As inscrições para concorrer às 9.225 vagas do Programa Inglês sem Fronteiras serão abertas a partir das 12h desta sexta-feira, 31, na internet. O prazo termina às 23h59 do dia 13 de fevereiro. Os cursos presenciais de língua inglesa serão ministrados em universidades federais e terão prioridade os estudantes que podem participar do Programa Ciência sem Fronteiras.
A inscrição será confirmada por e-mail até 17 de fevereiro. As aulas começam no dia 20 de fevereiro e os cursos terão a duração mínima de 30 dias e máxima de 120 dias. A carga horária presencial é quatro aulas de uma hora, distribuídas em pelo menos dois encontros semanais, em locais e horários definidos pela universidade credenciada.
De acordo com edital publicado no Diário Oficial da União do último dia 24, podem se inscrever no processo seletivo estudantes que atendam cumulativamente aos seguintes critérios: ser aluno de graduação, mestrado ou doutorado, com matrículas ativas nas universidades federais credenciadas como Núcleo de Línguas (NucLi); participantes e ativos no curso My English Online, cujas inscrições tenham sido validadas com até 48 horas de antecedência à inscrição junto ao NucLi; e alunos que tenham concluído até 90% do total de créditos da carga horária de seu curso.
Para efeito de classificação, terão prioridade os candidatos que sejam alunos de graduação de cursos pertencentes às áreas do Programa Ciência sem Fronteiras, que tenham feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 com média superior a 600 pontos, incluindo a redação, e que tenham concluído até 80% da carga horária do curso. Outros critérios de prioridade são o maior índice de rendimento acadêmico e ser bolsista ou ex-bolsista do Programa Jovens Talentos para a Ciência de qualquer curso de graduação.

30 de janeiro de 2014

RPPN na Bahia.

Agora, a Bahia passa a ter 21 RPPNs estaduais.
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PORTARIA Nº 6827 DE 29 DE JANEIRO DE 2014. A DIRETORA GERAL DO INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS, no uso das atribuições previstas na Lei Estadual nº 10.431/06, regulamentada pelo Decreto Estadual nº 14.024/12 e na Lei Estadual nº 12.212/11;

Considerando as disposições da Lei Federal nº 9.985, de 18 de julho de 2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, a criação de Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN, prevista no seu artigo 21 e regulamentada pelo Decreto Federal nº 5.746 de 05 de abril de 2006 e pelo Decreto Estadual nº 10.410 de 25 de julho de 2007 e estabelece critérios e procedimentos administrativos para sua criação, implantação e gestão, e,

Considerando as proposições apresentadas pela Diretoria de Unidades de Conservação no processo nº 2012-012664/TEC/RPPN-0061 de 01 de agosto de 2012.
 
RESOLVE:

Art. 1º - Criar a Reserva Particular do Patrimônio Natural - RPPN, de interesse público, em caráter de perpetuidade, com área de 588 ha, 58a e 84ca (quinhentos e oitenta e oito hectares, cinquenta e oito ares e oitenta e quatro centiares), denominada Fernandes I, II e III, localizada no município de Prado, Estado da Bahia, de propriedade de Nelson do Prado Fernandes, constituindo-se parte integrante da Fazenda Riacho das Pedras, registrada sob a matrícula nº 15.454, do livro 02 do Registro Geral, no Registro de Imóveis da Comarca Prado UF BA.

Art. 2º - A Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Fernandes I, II e III tem os limites descritos a partir do levantamento topográfico realizado pelo engenheiro agrônomo, Benevaldo Guilherme Nunes, CREA-BA nº 17.812, conforme Memorial Descritivo, constante no referido processo.

Art. 3º - A RPPN será administrada pelo proprietário do imóvel, ou representante legal, que será responsável pelo cumprimento das exigências contidas na Lei Federal nº 9.985, de 18 de julho de 2000, no Decreto Federal nº 5.746 de 05 de abril de 2006, Decreto Estadual nº 10.410 de 25 de julho de 2007 e na Instrução Normativa SEMA nº 004 de 13 de Dezembro de 2010.

Art. 4º - As condutas e atividades lesivas à área reconhecida como RPPN criada, sujeitarão os infratores às sanções cabíveis previstas na Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e no Decreto Federal nº 6.514, de 22 de julho de 2008.

Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
 
MÁRCIA CRISTINA TELLES DE ARAÚJO LIMA
Diretora Geral do INEMA

29 de janeiro de 2014

O CAFÉ CIENTÍFICO VOLTA EM 2014 COM UMA DISCUSSÃO SOBRE EXIBIÇÕES ANTROPOLÓGICAS DOS SÉCULOS XIX E XX, NO CONTEXTO DE UM TRATAMENTO SOBRE O RACISMO CIENTÍFICO.
 
O Café Científico Salvador, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS), pela LDM - Livraria Multicampi, pela Tribuna da Bahia e pela Biblioteca Pública do Estado da Bahia, continua em 2014 com o evento a seguir:
 
07 de Fevereiro de 2014 – 18:00
Zoológicos humanos? Exibições antropológicas dos séculos XIX e XX
Juanma Sánchez Arteaga (IHAC-UFBA)
 
Para mais informações, ver resumo abaixo.
 
Local: Auditório da Biblioteca dos Barris, Rua General Labatut, 27, Barris, Salvador-BA.

O Café Científico é um local em que qualquer pessoa pode discutir desenvolvimentos recentes das várias ciências e seus impactos sociais. Ele oferece uma oportunidade para que cientistas e o público em geral se encontrem face a face para discutir questões científicas, numa atmosfera agradável.
 
O evento é inteiramente gratuito e não necessita de inscrição.
 
Para mais informações, ligue 71 3283-6568.
 
Maiores informações sobre o café científico de Salvador podem ser encontradas em http://cafecientificossa.blogspot.com
 
Informações gerais sobre a iniciativa dos Cafés Científicos podem ser conseguidas no seguinte sítio: http://www.cafescientifique.org.
 

ZOOLÓGICOS HUMANOS? EXIBIÇÕES ANTROPOLÓGICAS DOS SÉCULOS XIX E XX
Juanma Sánchez Arteaga (IHAC-UFBA)
 
 
            Durante todo o século XIX e até quase completar a primeira metade do XX, numerosos países Europeus e Americanos - inclusive o Brasil - organizaram diversas exposições antropológicas de caráter pretensamente «científico», nas quais membros nativos de diferentes comunidades indígenas, especialmente transportados desde suas terras para participar em tais eventos, foram exibidos publicamente com uma intenção educativa. Analisaremos diversas tentativas de popularizar o conhecimento científico em antropologia e biologia humana por meio da exibição de nativos. Normalmente, tais exibições eram organizadas com ambições científicas, tanto para popularização do saber antropológico da época entre o público leigo quanto para fornecer uma oportunidade para o estudo “in vivo” dos nativos por parte de médicos, antropólogos ou especialistas em biologia humana. A animalização dos nativos implícita em muitos desses shows –em ocasiões, realizados em parques zoológicos, e inclusive, em certos casos, com nativos exibidos em gaiolas junto com animais- tem levado a alguns autores a falar de “Zoológicos Humanos”, se bem que a pertinência desse termo seja discutida em meios acadêmicos. Será apresentada uma breve descrição de algumas dessas exibições, especialmente aquelas que na época foram consideradas pelos organizadores e pelo público como sendo de alto interesse científico para a popularização da ciência da época. Trataremos de pôr tais exposições antropológicas em relação com outro tipo de espetáculos contemporâneos que incluíam exibições humanas como principal atração -como os chamados “freaks shows” ou as “exposições missionais” -, assim como  com o discurso científico da biologia humana e da etnocêntrica antropologia física do período considerado. Menção especial será concedida à “Primeira Exposição Antropológica Brasileira” (Rio de Janeiro, 1882), em que foi apresentado ao público carioca um grupo de índios Botocudos, sendo descritos pelos organizadores como representantes brutalizados e semi-bestiais da humanidade nos seus primórdios evolutivos, mais próximos aos primatas do que às supostas “raças superiores” sob muitos aspectos. Trataremos de suscitar algumas reflexões concernentes tanto à popularização da ciência quanto à educação em ciência, em especial quanto aos valores ideológicos subjacentes ao conhecimento científico e aos processos de alterização que tem conduzido à marginalização, estigmatização e inferiorização de numerosos grupos humanos ao longo da história das ciências.
 
Leituras sugeridas:
-ANDERMANN, Jens. Espetáculos da diferença: a Exposição Antropológica Brasileira de 1882. Topoi - Revista de História, Rio de Janeiro, v.5, p.128-170. Available at: http://www.revistatopoi.org/numeros_anteriores/topoi09/topoi9a6.pdf.
-FERNANDES, Daniela: Exposição relembra shows étnicos com humanos 'exóticos' na Europa. (BBC Brasil) http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111201_galeria_shows_etnicos_df.shtml
- GELEDÉS. INSTITUTO DA MULHER NEGRA Racismo: Exposição em Paris mostra como seres humanos foram exibidos em feiras, circos e zoológicos no fim do século 19. http://www.geledes.org.br/esquecer-jamais/179-esquecer-jamais/12141-racismo-exposicao-em-paris-mostra-como-seres-humanos-foram-exibidos-em-feiras-circos-e-zoologicos-no-fim-do-seculo-19
-LANGER, Johny; RANKEL, Luiz Fernando. A Exposição Antropológica de 1882. Revista Museu, Rio de Janeiro. Available at: http://www.revistamuseu.com.br/artigos/art_.asp?id=4245.
-Revista da Exposicao Anthropologica Brazileira, 1882. MORAES FILHO, Mello (Ed.). Rio de Janeiro: Typographia Pinheiro. 1882. http://www.brasiliana.usp.br/bbd/handle/1918/04016600
- SÁNCHEZ ARTEAGA, Juanma. La antropología física y los «zoológicos humanos»: exhibiciones de indígenas como práctica de popularización científica en el umbral del siglo XX.  Asclepio, Vol 62, No 1 (2010),  http://asclepio.revistas.csic.es/index.php/asclepio/article/viewArticle/305
-SANCHEZ ARTEAGA, Juanma and N. EL-HANI, Charbel. Physical anthropology and the description of the 'savage' in the Brazilian Anthropological Exhibition of 1882. Hist. cienc. saude-Manguinhos [online]. 2010, vol.17, n.2
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-59702010000200008&script=sci_arttext
SCHWARCZ, Lilia M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil, 1870-1930. São Paulo: Companhia das Letras. 1993.
 
Att
Comissão Organizadora do Café Científico:
Charbel Niño El-Hani (Instituto de Biologia, UFBA. Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS. Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Biomonitoramento, UFBA).
Primo Maldonado (LDM).
Luana Maldonado (LDM)
Paola Perez (LDM)
Valter Alves Pereira (Colégio da Polícia Militar)
Anna Cassia Sarmento (Colégio da Polícia Militar. Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS)
Cássia Regina Reis Muniz (Colégio da Polícia Militar. Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS)
Luciana Fiuza (Instituto de Biologia, UFBA).
Jailson Alves dos Santos (Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências, UFBA/UEFS, professor assistente do Dexa, UEFS)

28 de janeiro de 2014

Proposta cria Selo Cidades Sustentáveis


As cidades que mantiverem pelo menos 12 m² de área verde por habitante e que derem destino ambientalmente correto para todos os seus resíduos sólidos podem receber um novo selo verde, o chamado Selo Cidade Sustentável. A medida está prevista no Projeto de Lei 5546/13, do deputado Paulo Feijó (PR-RJ).

Pela proposta, só receberá o selo a cidade que cumprir as regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevista na Lei 12.305/10. Feijó explicou que o novo selo deve beneficiar as cidades que mantiverem boas práticas em favor do meio ambiente.

“Nossa expectativa é a de que o reconhecimento da qualidade da gestão ambiental das administrações públicas municipais trará benefícios, inclusive financeiros, nacionais, estaduais e mesmo internacionais, para as cidades que se destacarem na busca da sustentabilidade”, avalia o parlamentar.

Tramitação
A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Carolina Pompeu
Edição – Newton Araújo

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

 

PEC isenta de IPTU a parcela do terreno que preserva mata nativa

Tramita na Câmara a Proposta de Emenda à Constituição 306/13, do ex-deputado Plinio Valério, que isenta do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) a parcela do imóvel onde houver vegetação nativa.

A proposta também estabelece o reaproveitamento de águas da chuva, o reuso da água servida, o grau de permeabilização do solo e a utilização de energia renovável como critérios para diminuir a alíquota do IPTU do imóvel. Hoje em dia, a Constituição utiliza a localização e o uso do imóvel para avaliar o valor do imposto municipal.

“Buscamos incentivar os municípios a legislar para induzir os cidadãos a construir e comprar imóveis que preservem os recursos hídricos, economizem energia e preservem vegetação”, afirmou Valério.


Tramitação
A proposta terá sua admissibilidade analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso aprovada, será analisada por uma comissão especial a ser criada. Depois, deverá ser votada em dois turnos pelo Plenário.

Íntegra da proposta:
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Newton Araújo

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/MEIO-AMBIENTE/460942-PEC-ISENTA-DE-IPTU-A-PARCELA-DO-TERRENO-QUE-PRESERVA-MATA-NATIVA.html

ABNT abre consulta pública sobre normas em aquicultura

Certificado de qualidade

Piscicultores, produtores de moluscos, especialistas da área e interessados no assunto são convidados a opinar 

por Portal Brasil 
Divulgação/EBC  
 
Adesão às normas será facultativa, mas certificará que o produtor cumpre os padrões estabelecidos pela ABNT 


Até o dia 18 de março, qualquer cidadão poderá dar sugestões e propor alternações em quatro projetos de normas voltadas à aquicultura. Organizados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), esses documentos foram elaborados por especialistas da área e visam a criar um selo de qualidade para os produtores de tilápia, tambaqui e moluscos bivalves.

 “A adesão às normas será facultativa, mas certificará que o produtor cumpre os padrões estabelecidos pela ABNT e poderá ser usado como um diferencial de qualidade do seu produto”, explica a pesquisadora Patrícia Maciel, da Embrapa Pesca e Aquicultura – Palmas (TO), que participou da elaboração do documento que baliza a engorda do tambaqui.

A especialista informa que nesses documentos são tratados apenas as atividades relacionadas ao crescimento do animal, não foram abordados, por exemplo, procedimentos ligados à reprodução, alevinagem ou processamento de pescado. “É muito importante que os piscicultores, produtores de moluscos, especialistas da área e interessados no assunto acessem as propostas e opinem para que esses documentos sejam aprimorados”, ressaltou Patrícia.

Como participar

Para participar da consulta pública, é só acessar o site da ABNT, preencher um pequeno formulário de identificação e abrir os documentos para leitura.

Foram disponibilizados quatro documentos: Aquicultura – Boas práticas de manejo para o cultivo, Parte 1: Requisitos Gerais, Parte 2: Requisitos específicos para tilápia, Parte 3: Requisitos específicos para o tambaqui e Parte 4: Requisitos Específicos para moluscos bivalves (ostras, mexilhões e vieiras).

O trabalho ainda prevê a Parte 5: Requisitos específicos para a carcinicultura, o cultivo de camarões, esse documento está em fase de elaboração e será colocado posteriormente para consulta pública.

 Após ler o documento, o cidadão deve clicar em “votar no projeto” que abrirá uma tela com três opções: aprovar sem restrições, aprovar com observações de forma em anexo e não aprovar pelas objeções técnicas em anexo.

Nas duas últimas opções, o colaborador é convidado a anexar um arquivo justificando suas objeções ou sugestões. “Esses textos serão todos analisados pelo grupo de trabalho, as sugestões incorporadas ou não e, ser for julgado pertinente, o autor das objeções poderá até ser convidado para participar da reunião final de fechamento da norma para debater os pontos levantados”, informa Patrícia.

Temas práticos
As propostas tratam de temas práticos como itens a serem considerados no planejamento de um empreendimento aquícola, métodos de higienização pessoal e dos equipamentos, capacitação profissional do pessoal envolvido, armazenamento correto de rações, transporte do pescado, entre outros.
Após a aprovação das propostas, haverá um período de implantação durante o qual serão treinados os técnicos responsáveis pela certificação dos empreendimentos aquícolas.

A pesquisadora ressalta a importância da participação dos interessados nessa fase de consulta pública. “O produtor, o pesquisador e o conhecedor das atividades aquícolas devem ler os documentos e contribuir com suas experiências, trata-se de um momento democrático enriquecedor e valioso para alavancarmos a atividade”, disse.

O chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Pesca e Aquicultura, Eric Routledge, considera que a adesão às normas ABNT da aquicultura funcionará como uma chancela de qualidade a ser apresentada aos clientes. “O selo de conformidade será um atestado para o consumidor final de que o produto é diferenciado, pois cumpre uma série de boas práticas preconizadas por especialistas”, afirma.

Fonte: Embrapa
http://www.brasil.gov.br/ciencia-e-tecnologia/2014/01/abnt-abre-consulta-publica-sobre-norma-em-aquicultura

Grupo de trabalho - gestão da fauna brasileira.

PORTARIA No-37, DE 27 DE JANEIRO DE 2014
 
Dispõe sobre grupo de trabalho sobre gestão da fauna brasileira e dá outras providências.
 
A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 87 da Constituição Federal,tendo em vista o disposto no Decreto no6.101, de 26 de abril de 2007, e:

Considerando os compromissos assumidos pelo Brasil junto
à Convenção sobre Diversidade Biológica-CDB, particularmente aqueles explicitados no Art. 7(d), que estabelece que os países mem-
bros da Convenção devem, na medida do possível e conforme o caso, manter e organizar, por qualquer sistema, dados derivados de atividades de identificação e monitoramento;
Considerando a Lei da Fauna, Lei no5.197, de 3 de janeiro de 1967;

Considerando a Lei Complementar n
o140, de 8 de dezembrode 2011, no que tange às responsabilidades da União sobre a gestãode fauna, resolve:
Art. 1o Criar o Grupo de Trabalho sobre Gestão da Fauna Brasileira.
Art. 2
o O Grupo de Trabalho terá por finalidade assessorar o Ministério do Meio Ambiente na gestão da fauna, incluindo análise das normas e regulamentações existentes e a formulação de propostas.
Art. 3o O Grupo de Trabalho será presidido pela Ministra de Estado do Meio Ambiente e, no seu impedimento, pelo Secretário-Executivo.
Art.4o A secretaria executiva será de responsabilidade do Secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente.
Art. 5o O Grupo de Trabalho terá o prazo de noventa diaspara apresentar suas recomendações, a partir da data desta publicação.

Art. 6
oO Grupo de Trabalho será composto por quinzeespecialistas, sendo cinco integrantes dos  quadros do Ministério doMeio Ambiente e de suas vinculadas e dez externos oriundos dos setores científico, empresarial, terceiro setor e de outras instituições do poder público.
Art. 7oO Grupo de Trabalho poderá convidar especialistas externos para contribuir com as discussões sobre temas específicos.
Parágrafo único. O Ministério do Meio Am biente arcará com os custos dos participantes nas reuniões presenciais do Grupo, exclusivamente na forma de pagamento de passagens e diárias para osresidentes fora do local de reunião, quando necessário e mediante disponibilidade orçamentária e financeira.

Art. 8
o A participação no Grupo de Trabalho não ensejará remuneração e será considerado serviço público relevante.

Art. 9
o Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.

IZABELLA TEIXEIRA

FONTE: WWW.IN.GOV.BR

27 de janeiro de 2014

Aberta Chamada Pública de apoio à agricultura familiar

Aberta Chamada Pública de apoio à agricultura familiar

Brasília (24/01/2014) - Povos e comunidades tradicionais beneficiários em UCs (reserva extrativista, reserva de desenvolvimento sustentável, área de proteção ambiental e floresta nacional) podem participar da Chamada Pública do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) para apoio à agricultura familiar. O edital prevê a destinação de R$ 15 milhões para fortalecimento de cooperativas e associações de produtores rurais de base familiar, formalmente constituídas, por meio de investimentos em estruturação de circuitos locais e regionais de produção, beneficiamento, processamento, armazenamento e comercialização.
O edital se destina ao fortalecimento social e econômico de organizações produtivas rurais de base familiar que operem a Política de Garantia de Preço Mínimo dos Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio) ou forneçam alimentos para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Serão priorizados projetos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além de povos e comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas e mulheres.
Os apoios serão dados em valores de até R$ 70 mil para projetos que fortaleçam sistemas de produção orgânica ou de base agroecológica, apresentados por organizações com atuação comprovada nessas áreas, e para proponentes cujos projetos beneficiem exclusivamente mulheres, respeitado o limite máximo de R$ 2.800 por beneficiário direto do projeto; e de até R$ 50 mil para os demais projetos, respeitado o limite máximo de R$ 2.000 por beneficiário direto do projeto.
Os recursos deverão ser aplicados em máquinas, móveis, material permanentes e veículos novos; construção, adequação e reparo em imóveis; equipamentos de irrigação, proteção individual e informática; embalagens, rótulos e outros materiais utilizados na etapa de comercialização; serviços técnicos especializados relacionados à atividade produtiva das organizações proponentes; e outros itens.
As inscrições poderão ser realizadas entre 17 de fevereiro e 31 de março, período em que o formulário de inscrição será disponibilizado para download no sítio da Conab. O edital está disponível aqui.

Comunicação ICMBio (61) 3341-9280 – com informações do BNDES

SESI Bahia contrata Analista de Projetos Sênior




O Escritório de Projetos do Serviço Social da Indústria, Departamento Regional da Bahia (SESI DR-BA), entidade que integra o Sistema da Federação das Indústrias do Estado da Bahia - FIEB, está contratando Analista de Projetos Sênior. O profissional selecionado deverá atuar como analista de gerenciamento de projetos com foco em desenvolvimento e elaboração de novos projetos apoiando a estratégia organizacional, com foco também em captação de recursos.
Dentre as atribuições do cargo está o desenvolvimento de plano de negócios, análise financeira de projetos, uso e suporte em ambiente Project Server 2010 e metodologia de gerenciamento de projetos.

O salário oferecido pelo SESI é de R$ 3.400,00, CLT mais benefícios.

As competências necessárias são:
Conhecimentos desejáveis: PMBOK, MS Project, análise financeira de projetos e captação de recursos para projetos nacionais e internacionais.

Diferenciais para seleção: Certificação PMP, experiência comprovada em gerenciamento de projetos e análise financeira de projetos e captação.

Currículos podem ser enviados até o dia 30 de janeiro, para o e-mail  epsesi_ba@live.com.

Lagoa de Abaeté é abandonada e está sendo engolida pela areia das dunas

por
Maíra Côrtes

A sensação de abandono é visível para quem chega a um dos únicos parques de Área de Proteção Ambiental (APA) de Salvador. Calçadas de pedras portuguesas danificadas, escadas quebradas e sujeira na parte externa do centro comercial são comuns para quem se arrisca a passear pelo local. Entretanto, de todos os problemas enfrentados por  comerciantes  e visitantes, a falta de segurança ainda é o maior.
Em ano de Copa do Mundo, tendo Salvador como uma das cidades-sedes, baianos lamentam o abandono do Parque Metropolitano Lagoa do Abaeté. Composto por dunas, 18 lagoas e vegetação nativa, o turismo já foi um dos pontos fortes do Abaeté na década de 1990, como lembra Maria Iraildes de Sousa, moradora da região há 25 anos.
“Houve uma época em que aqui era um tempo de comércio forte, de movimento intenso e de alegria entre os visitantes”, comentou D. Iraildes, que atualmente sobrevive do que consegue vender em um quiosque localizado na margem da Lagoa.
De acordo com o administrador do Parque, Tiago Marques, do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), estão sendo pensadas guaritas estratégicas e monitoramento no portal de cima e no portal de baixo da Lagoa. Mas, o administrador admitiu que nada disso consta no orçamento do órgão para este ano. “Foi feito levantamento para atender as necessidades da comunidade, do turista e do meio ambiente, mas tudo ainda requer aprovação orçamentária”, disse Tiago Marques.

ASSALTOS
São inúmeros os casos de assaltos nas proximidades da lagoa, fazendo com que as pessoas frequentem  cada vez menos o local. “A última vez que estive no Abaeté foi há oito anos. Após sofrer um assalto a mão armada, falei com um policial em um posto que tinha lá, mas ele disse que não podia fazer nada. Depois disso,  nunca mais tive vontade de voltar”, relatou a professora Maiara Paraiso, que estava com a família no mesmo dia em que outras pessoas também tinham sido assaltadas. A assunto “segurança” é unânime entre trabalhadores e frequentadores. “O que mais sentimos falta aqui é de mais policiamento, sem isso, não tem visitante, não tem turismo, não tem renda para nós trabalhadores”, pontuou Januário Cerqueira, gerente de bar. A promotora de vendas Camila Barros também reclama da insegurança.
“Eu costumava vir sempre com amigos e familiares, mas depois de ver tantos episódios de assalto, raramente apareço por aqui. Seria bom poder aproveitar mais a paisagem da Lagoa do Abaeté, mas não vale a pena se arriscar tanto”, lamenta. Enquanto os projetos do Inema não são aprovados, visitantes e trabalhadores contam com a presença esporádica de policiais. Segundo Tiago Marques, existe uma parceria com a 15ª Companhia Independente da Polícia Militar que atua com cavalaria e viaturas na região da APA.
Nível da lagoa está diminuindo
No Abaeté uma lagoa chama a atenção porque está diminuindo de tamanho. Para o biólogo e fundador da Universidade Livre das Dunas e Restingas de Salvador (Unidunas), Lutero Maurício, esse é um processo já esperado, mas não há riscos de desaparecimento do manancial.
“A Lagoa só está procurando o equilíbrio natural dela. Ela teria que ser abastecida de duas formas: pela chuva e pelas nascentes. Mas com a construção na cidade, a Lagoa perdeu a água pluvial que passou a ser desviada, mas ainda conta com a água da nascente”, explica o Lutero ao observar que a Lagoa já baixou cinco metros na diagonal e pouco mais de um metro na vertical.
A atual situação da lagoa não afasta a possibilidade de tornar o local um forte potencial para o turismo ecológico, segundo afirma o próprio Lutero Maurício. “A área poderia ser muito bem utilizada pelo turismo como, por exemplo, realizar trilhas ecológicas, que na verdade já existem, mas não podemos levar ninguém lá por ser rota de fuga de bandidos”, declarou.
O taxista Jailton Maia faz questão de levar turistas ao Abaeté. “É um lugar tão bonito que não pode sair do roteiro turístico, com certeza vale a pena fazer um registro dessas belezas naturais. Os clientes ficam muito felizes por ver isso aqui”, conta o taxista que passeava com um grupo de holandeses.

http://www.tribunadabahia.com.br/2014/01/27/lagoa-de-abaete-abandonada-esta-sendo-engolida-pela-areia-das-dunas

Zoológico de Salvador oferece ações educativas para o público; confira



Há programação de terça a domingo, das 8h30 às 17h, no bairro de Ondina.


Entre os projetos estão 'Zoo em Família' e 'Zoo Especial'.

Do G1 BA
 
O Zoológico de Salvador, no bairro de Ondina, disponibiliza programas educativos ambientais de terça a domingo, das 8h30 às 17h. O projeto visa sensibilizar o público e mantê-los informados sobre a importância do meio ambiente e da relação do homem com a fauna e flora. A entrada é gratuita.

Os programas, oito no total, contam com uma equipe de sete pessoas e vão de acompanhamento noturno a trabalhos com pessoas portadoras de necessidades especiais.

No "Zoo Especial", visitantes portadores de necessidades especiais participam da palestra com animais empalhados e animais vivos, como serpentes, sapos, cuícas, entre outros, que são colocados para que os visitantes possam tocá-los e comparar as diferenças, incentivando tato de cada um. Além desta atividade, frutas, carnes e verduras são oferecidas para que os participantes possam sentir o cheiro dos alimentos e poder diferenciar a alimentação de cada animal.

São realizados trabalhos para estimular a audição dos deficientes visuais, com áudio de vocalizações de animais e sons da natureza. Para que o projeto possa acontecer, existe uma programação feita com antecedência pelo setor. Primeiro, será levado em conta o tipo de deficiência que os visitantes têm.
 No "Zoo em Família", que acontece durante os finais de semanas e feriados, são abordados temas como zoológicos, tráficos de animais, maus-tratos, animais em extinção e condutas no parque. Dinâmicas são voltadas para o público infantil, com artes, brincadeiras, historinhas, e palestras com o público adulto são disponibilizadas para o conhecimento sustentável. Todas as atividades podem ser conferidas e estão abertas para qualquer faixa etária.

Os interessados em participar de algum desses programas, que acumularam cerca de 15 mil visitantes no ano de 2013, ou saber mais informações, devem entrar em contato com o Zoológico de Salvador por meio do número (71) 3116-7952.
 
Serviço
O que: Programas Educativos Ambientais
Onde: Zoológico, no bairro de Ondina, em Salvador
Quando: De terça à domingo, das 8h30 às 17h
Informações: (71) 3116-7952/53 ou 54
Entrada é gratuita

Licenciamento ambiental do Porto Sul.


Nota de esclarecimento Imprimir
Brasília (21/01/2014) - Frente à matéria veiculada pelo Jornal Nacional no dia 15/1/2014, relativa ao processo de licenciamento ambiental do empreendimento Porto Sul, informando que “o Ministério Público Federal não ficou satisfeito com as análises dos impactos da obra no meio ambiente” e, ainda, à matéria veiculada pelo Valor Econômico em 16/01/2014, na qual se afirma que a respectiva Licença Prévia concedida pelo Ibama fora suspensa, o Ibama torna público os seguintes esclarecimentos:
Em atenção às solicitações do Ministério Público Federal e do Ministério Público do Estado da Bahia, o Ibama realizou novas Audiências Públicas do empreendimento Porto Sul, nos municípios de Ilhéus e Itabuna, nos dias 12 e 13 de dezembro de 2013. Desta forma, o Ibama realizou 9 audiências públicas para discussão dos estudos ambientais relativos ao Porto Sul, as quais alcançaram o público de 10.532 pessoas.
O MPF protocolou, no dia 7/1/2014, documento com a “Análise das Complementações ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (Rima) do empreendimento Porto Sul”, na representação do Ibama em Ilhéus/BA.
O referido documento foi apresentado dentro do prazo de 15 dias úteis, estabelecido no Art. 14 do regulamento das Audiências Públicas, “para que os interessados apresentem sugestões e se manifestem sobre o conteúdo dos documentos e estudos apresentados acerca do empreendimento Porto Sul.”
Todos os documentos recebidos pelo Ibama dentro do prazo regulamentar serão avaliados juntamente às demais manifestações registradas nas duas últimas audiências públicas e constarão do Parecer Técnico a ser emitido pelo Ibama, a fim de colher contribuições adicionais advindas da participação pública no processo de licenciamento ambiental do Porto Sul.
Questões relativas à contaminação por metais pesados e por elementos radioativos, destacadas pelo MPF e MPE, bem como referentes à existência de corais na área prevista para instalação do Porto Sul, foram objeto de estudos específicos, de acordo com Termo de Referência emitido pelo Ibama, cujos resultados foram apresentados e discutidos nas audiências públicas realizadas no ano de 2012. Foi esclarecido que os estudos abrangidos para os fins do licenciamento são minério de ferro, soja, fertilizante, etanol, clínquer e outros granéis sólidos. Não há solicitação para armazenagem de materiais radioativos ou de metais pesados. Sobre a existência de corais, o Ibama solicitou estudos adicionais justamente para esclarecer os potenciais impactos neste tipo de formação. Foram realizados estudos batimétricos, caracterização de fácies sedimentares e uso de sonar de varredura lateral, os quais  confirmaram a inexistência de formações de corais na área do empreendimento e de descarte de material dragado. Os estudos também indicaram que as localidades em que há presença de corais não serão afetadas pelas plumas de sedimento da dragagem.
Por fim, cabe esclarecer que a Licença Prévia concedida a este empreendimento encontra-se vigente.

Ibama
 

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